No dia 19 de Abril, mais de uma centena de activistas em chamas marcharam a partir do Marquês de Pombal, em Lisboa, para reivindicar o decrescimento da aviação, uma transição justa para os trabalhadores desse sector e um investimento massivo em ferrovia.

O sector de aviação já era o ponto frágil da crise climática: aviões são a forma mais rápida de queimar o planeta). Depois a COVID-19 mostrou-se o ponto frágil da aviação, com o colapso das empresas aéreas e os despedimentos que se seguiram.

Temos agora uma oportunidade sem precedentes para mudar de rumo e construir um caminho para um planeta justo e habitável.

Em vez disso, o governo e as empresas aéreas continuam a insistir numa “volta à normalidade” que equivale à destruição climática, e o governo tem tido um papel proactivo em contornar o cancelamento do novo aeroporto no Montijo.

Com esta acção, exigimos: (1) menos aviões: um decrescimento rápido e planeado da aviação (2) transição justa: um melhoramento das condições de vida e do trabalho dos trabalhadores no sector de aviação, garantia de rendimento, requalificação e emprego (3) mais ferrovia: por uma mobilidade justa e sustentável.

À chegada ao Largo do Rato, onde se encontra a sede do Partido Socialista, foi realizada uma assembleia aberta para definir as reivindicações da próxima acção: um acto de desobediência civil em massa na zona do Aeroporto de Lisboa.

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Organizações apoiantes

A Coletiva | Academia Cidadã | AmbientalIST | ATERRA | Braga Animal Save | ClimAção Centro | Climáximo | Com Calma - Espaço Cultural | Greve Climática Estudantil | Habita | Linha Vermelha | Lisbon Climate Save | Movimento Ar Puro - Rio Maior | NAPA - Núcleo Académico para a Proteção Ambiental, ISCSP | Núcleo Antifascista de Guimarães | Plataforma TROCA | Por Um Ribatejo Melhor | Rede de Decrescimento